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Chega de preconceito

Embora a palavra preconceito seja evidente e clara, devemos conceituá-la da seguinte forma:

"Trata-se de qualquer opinião ou sentimento concebido sem exame crítico; sentimento hostil, assumido em consequência da generalização apressada de uma experiência pessoal ou imposta pelo meio; intolerância."

Partindo do conceito, convido você para entrar nessa esfera social e psicológica e compreender, ou pelo menos, tentar entender esse conflito interno e externo entre as pessoas.
A propósito, o que é correto ou errado? Algumas pessoas podem achar que se comportar como selvagens é normal, enquanto outras podem achar que esse comportamento selvagem é absolutamente inaceitável, algumas podem achar pele clara ou negra algo normal, outras, podem achar pele clara ou negra algo anormal. Para compreender isso, ou a natureza disso, é preciso entender a formação da mente dessas pessoas, e para entender a mente de alguém é preciso conhecer mais sobre elas. Analise o exemplo e veja a complexidade do caso em que nos deparamos diariamente. Você, no momento em que vê alguém descriminando um morador de rua, pode cometer descriminação com relação ao sujeito ativo do preconceito no caso concreto. Você pode até se assustar, mas se você não conhecer o agressor, sua educação, sua formação psicológica, estará cometendo, TAMBÉM, o preconceito.
Em um mundo onde tudo é permitido, impor leis para obrigar pessoas a engolir outras é, no mínimo, um tanto incoerente.
Hoje, vivemos na era do "RESPEITO OBRIGACIONAL", ou seja, um respeito que não é respeito, um respeito que não foi provido de uma educação, de uma formação intelectual e psicológica, um respeito que não faz as pessoas mudarem psicologicamente para o bem delas mesmas, apenas as deixa ocultas no âmbito social, e, ainda, as endurecem cada vez mais. Note que não há valor racional em ser respeitado por um vínculo obrigacional.
Com isso, fica claro e de fácil compreensão que os nossos gestores mundiais deveriam ensinar o respeito no sentido literal da palavra em escolas, e a partir de hoje, de agora. O planeta clama por educação no sentido lato sensu, por saúde, por amor ao próximo seja qual for sua nacionalidade, classe social, religião, dogmas e ou princípios.

Diga não ao preconceito, não por que uma lei te obriga, mas para mostrar para si mesmo a qualidade da sua educação, do seu intelecto, não para mostrar aos outros, e sim, a você mesmo. Se faça bem, se respeite, se ame e ame ao próximo.

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